Ex-presidente Lula diz que a imprensa e o mercado o veem como inimigo

SÃO PAULO – Em caravana no Espírito Santo, Lula fez algumas afirmações. O ex-presidente disse que não declara guerra a ninguém, mas considera que a imprensa e o mercado o veem como inimigo. “Eu não tenho apoio da imprensa. Não faz mal. Eu não tenho apoio dos que estão vendendo o Brasil. Não faz mal. Eu tenho apoio mais importante, que é o de vocês, o apoio do povo brasileiro.” Lula afirmou que não “pedirá votos ao mercado” como fez no passado e falou em terrorismo com seu nome. “O mercado vai precisar muito mais de mim do que eu dele. Porque ele sabe que, quando eu cheguei à Presidência, o Brasil devia 32 bilhões ao FMI, e agora é o FMI que deve dinheiro para nós. Também não deixou de alfinetar a Rede Globo. “Tudo o que eu quero é pegar um candidato nas eleições com o logotipo da Globo na testa e o apoio do mercado. Que não coloque artista, que saia o dono da Globo. Que coloque a Miriam Leitão de ministra da Economia e o William Waack de ministro da Igualdade Racial”. Não existe dúvidas do quanto Lula está motivado para voltar a ser o super querido que ele já foi um dia, vale a tentativa em meio a tanto caos envolvendo o seu nome. Com as mesmas ideologias porém com um discurso moldado, Lula promete voltar para reafirmar aquilo que ele já defendia. O discurso de Lula em Vitória marcou o início de sua caravana pelo Espírito Santo. Esta é a terceira rodada das viagens do ex-presidente pelo Brasil. Antes, foi ao Nordeste e a Minas Gerais.

 

 

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