Com ‘monstros’ políticos e sociais, Beija-Flor conquista 14° título no Rio

Ratos na política foi uma das alegorias da Beija-Flor no carnaval 'monstruoso'e vencedor da escola (Foto: Gabriel Nascimento/Riotur)

Ratos na política foi uma das alegorias da Beija-Flor no carnaval ‘monstruoso’e vencedor da escola (Foto: Gabriel Nascimento/Riotur)

Da Agência Brasil

RIO DE JANEIRO – Com o enredo ‘Monstro é aquele que não sabe amar – Os filhos abandonados da pátria que os pariu’, a Beija-Flor conquistou seu 14º título no Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro. A agremiação obteve 269,6 pontos contra 269,5 da Paraíso do Tuiuti, que foi vice-campeã, e 269,5 do Salgueiro, a terceira colocada.

Com pesada crítica social e política, a Beija-Flor misturou o terror de Frankenstein, de autoria de Mary Shelley, que completou 200 anos, com a realidade brasileira.

Na obra, um cientista dá vida a uma criatura construída com partes de pessoas mortas, tornando-se uma figura feia. No desfile, a figura foi usada para críticas a problemas sociais como corrupção e desigualdades.
As escolas de samba são avaliadas em nove quesitos: alegorias e adereços, bateria, fantasia, samba-enredo, comissão de frente, evolução, harmonia, mestre-sala e porta-bandeira e enredo.

Seja o primeiro a comentar on "Com ‘monstros’ políticos e sociais, Beija-Flor conquista 14° título no Rio"

Deixe um comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado.