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Neurociência – como funciona o cérebro humano

Uma máquina! É isso que nosso cérebro é. Ele comanda todos os movimentos do nosso corpo, nossas sensações e sentimentos, além de armazenar nossas memórias, aprendizados entre outros tantas outras milhares de funcionalidades.

Nosso cérebro sempre foi, e sempre será, um mistério para a humanidade. Cientistas, médicos, biólogos, psicólogos, filósofos, entre outros profissionais, buscam, em seus estudos, desvendar todas as funções e novas formas de potencializar, ainda mais, nosso cérebro.

A Neurociência estuda o sistema nervoso e como ele influencia os nossos comportamentos. Nosso cérebro é dotado de terminações nervosas que interagem com todo nosso corpo, sendo responsáveis por todas as atividades que realizamos, sejam elas voluntárias, como caminhar, sentar, comer, ou as involuntárias, como piscar, espirrar, suar, salivar.

Nosso cérebro também é o responsável pelos mecanismos de defesas do nosso corpo. Um exemplo pode ser observado quando um cisco entra em nossos olhos, lacrimejamos até que o corpo estranho saia dos olhos, ou quando engasgamos, automaticamente começamos a tossir para expelir o que nos atrapalha.

Lembrando que a neurociência investiga o sistema nervoso tanto no estado normal, saudável, quanto quando há algum tipo de alteração, lesão, ou doença. Seu desenvolvimento, funcionamento, funções e limitações, e todas as suas atividades.

Na Neurociência, as principais áreas de pesquisas são a Neurofisiologia, Neuroanatomia e Neuropsicologia, que estuda as relações do sistema nervoso com nosso sistema fisiológico, com nosso corpo e com nossas funções psíquicas, respectivamente.

Sabe-se, hoje, através da Neurociência, que o cérebro deve ser estimulado para que seja desenvolvido. Jogos, leituras, aprendizado, experiências e emoções são alguns dos aspectos que auxiliam nesse desenvolvimento.

Com os avanços tecnológicos consegue-se mapear o cérebro com mais detalhes, os equipamentos modernos possibilitam analisar e estudar diferentes áreas, funções e alterações de nosso cérebro, aumentando cada vez mais as vertentes investigadas pela Neurociência.

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